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		<title><![CDATA[Blog - Portal da Psicologia On-line]]></title>
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		<description><![CDATA[Fique por dentro de tudo o que acontece no universo da psicologia. Novos métodos, atualização de tratamentos, psicoterapia on-line. Siga-nos!]]></description>
		<language>BR</language>
		<lastBuildDate>Fri, 30 Aug 2019 13:40:00 -0300</lastBuildDate>
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			<title><![CDATA[COMO A PSICOLOGIA PODE TRATAR O TRANSTORNO DO ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO?]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000007"><blockquote class="imTALeft"><b class="imTACenter fs14lh1-5 cf1 ff1">"Há diversos estudos que apontam eventos ocorridos na infância e adolescência como fatores que tornam as pessoas mais vulneráveis ao transtorno do estresse pós-traumático"</b></blockquote><blockquote><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) pode ser definido como um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais. Esse quadro ocorre devido à pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando ele se recorda do fato, revive o episódio como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento vivido na primeira vez. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.</span></div></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">As causas do transtorno do estresse pós-traumático podem ser situações como atos violentos, situações traumáticas que representaram ameaça à vida da pessoa ou à de terceiros.</span></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Quando se fala de ameaça à vida, há várias dimensões da vida que podem ser ameaçadas: dimensão física, dimensão psíquica (ameaças como assédio, humilhações e outras violências psíquicas), dimensão social &nbsp;e ainda a dimensão espiritual. Em todas estas dimensões podem haver situações de extrema violência ou ameaça e de certa forma produzirem um quadro de estresse pós-traumático.</span></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Há diversos estudos que apontam eventos ocorridos na infância e adolescência como fatores que tornam as pessoas mais vulneráveis ao transtorno do estresse pós-traumático. Em geral, se encaixam situações de bullying infantil, situações de violência doméstica, situações que passam despercebidas na escola devido a dificuldades em adaptação (sociabilização) ou aprendizado (TDAH) e essas crianças são estigmatizadas e ridicularizadas.</span></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Outros fatores a serem considerados são crianças expostas a desastres naturais - enchentes, terremotos, etc., e os filhos da violência urbana devido às desigualdades sociais existentes que deixam marcas profundas. A violência social e estrutural também é sem dúvida um grande fator responsável pelo aumento da prevalência do transtorno de estresse pós-traumático durante o desenvolvimento na adolescência.</span></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Os sintomas do transtorno do estresse pós-traumático se dividem em categorias principais:</span></div><div><br></div><div><b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Re-experiência traumática</span><span class="fs14lh1-5 cf2 ff2">:</span></b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2"> </span><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">pesadelos e lembranças espontâneas, involuntárias e recorrentes (flashbacks) do evento traumático revivescência</span></div><div><br></div><div><b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Fuga e esquiva:</span></b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2"> </span><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">afastar-se de qualquer estímulo que possa desencadear o ciclo das lembranças traumáticas, como situações, contatos ou atividades que possam se ligar às lembranças traumáticas</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Distanciamento emocional: diminuição do interesse afetivo por atividades, pessoas, que anteriormente eram prazerosas, diminuição de afetividade.</span></div><div><br></div><div><b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Hiper excitabilidade psíquica:</span></b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2"> </span><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">reações de fuga exagerados, episódios de pânico (coração acelerado, transpiração, calor, medo de morrer…), distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hiper vigilância (estado de alerta).</span></div><div><br></div><div><b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Sentimentos negativos:</span></b><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2"> </span><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">sensação de impotência e incapacidade em se proteger do perigo, perda de esperança em relação ao futuro, sensação de vazio.</span></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">O Tratamento de Transtorno do estresse pós-traumático indicado é a combinação de duas técnicas terapêuticas: psicofármacos, quando necessária, e psicoterapia.</span></div><div><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff2">Outras atividades podem ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade, como a prática de exercícios físicos diários, pois liberam endorfina e serotonina, os quais causam uma sensação de prazer. Além disso, ter um bom convívio e apoio afetivo, social e familiar, pois quanto mais nos isolamos, mas aumentamos nossos medos.</span></div><div><br></div></blockquote><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5"> </span></div></div>]]></description>
			<pubDate>Fri, 30 Aug 2019 16:40:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[‘PAVIO CURTO’ PODE SER UM DISTÚRBIO?]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000008"><blockquote><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">"A agressividade pode ser sintoma de uma impulsividade. Pessoas com este descontrole sofrem de uma angústia intensa, que parece impossível de solucionar" </span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Por Paula Borowsky</span></div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">O número de casos só aumenta. Em idades cada vez menores: se chama “síndrome do imperador”, e define as crianças e adolescentes que abusam de seus pais sem a menor consciência. A mãe costuma ser a primeira e principal vítima do pequeno tirano, que depois estenderá os maus-tratos a outros membros da família, a não ser que isso seja tratado. Mas quais são as causas desse mal que transforma a vida familiar em um inferno.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Existem diferentes fatores que podem coroar um imperador em casa:</span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 ff1"><em><span class="cf2">Pouca dedicação dos pais</span></em><span class="cf2">.</span></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"> O problema tem sua origem muitas vezes em progenitores ausentes que, para diminuir seu sentimento de culpa pelo tempo que não passam com a criança, lhe concedem todos os caprichos. Com isso transmitem à criança a mensagem de que, apesar de sua solidão afetiva, é o centro do universo e os adultos estão ali para satisfazer todas as suas exigências.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 ff1"><em><span class="cf2">Falta de limites</span></em><span class="cf2">.</span></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"> Derivada frequentemente da primeira causa, se os pais não dedicam tempo suficiente à criança delegando a terceiros, também não terão tempo para educar seu filho em normas de conduta, de modo que o rei da casa sentirá que tem total impunidade. Nenhuma criança nasce sendo um tirano, mas que existem pais que não agem como adultos educadores, já que fazem todo o tipo de concessões para não ter problemas e no final o que causam é um problema. Damos a eles muitos direitos, mas não lhes confiamos deveres. Perdemos o princípio da autoridade quando queremos ser amigos de nossos filhos.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Ser filho único.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"> Não ter irmãos não leva necessariamente a se transformar em um mini-ditador se os pais são conscientes de sua função educativa, mas pode contribuir para que a criança se sinta um monarca solitário.</span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Com exceção dos transtornos psiquiátricos, a síndrome do imperador é produto de uma disfunção educativa que pode ser corrigida. O psicólogo Vicente Garrido, autor do livro Os Filhos Tiranos, propõe três caminhos de atuação:</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Fomentar o desenvolvimento da inteligência emocional e a consciência.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Para isso, os pais devem ajudar seus filhos a reconhecer suas emoções e as dos demais, incidindo na empatia e convidando-os a praticar ações altruístas para que vejam seu efeito nos demais.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Ensiná-las a cultivar habilidades não violentas.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Em uma casa em que os adultos gritam e ameaçam, dificilmente conseguiremos que as crianças se comuniquem de maneira sossegada. Os progenitores devem dar o exemplo e praticar com elas o diálogo respeitoso e a escuta.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Muitas vezes os pais hesitam por medo de que a bronca nos seus filhos seja exagerada. A solução passa por fixar limites.Colocar barreiras claras. Os pais não devem tolerar a violência e a mentira. Essas são linhas vermelhas que a criança deve saber que não pode cruzar, por mais estratégias que use para nos testar.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div> &nbsp;<div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Os limites conferem segurança às crianças, que sentem-se perdidas se não existem pautas de conduta em casa. A clareza nessas barreiras, o reforço positivo e, principalmente, dedicar-lhes nosso tempo lhes dará a segurança para desenvolverem-se como pessoas autônomas e felizes.</span></div></div></blockquote><div><span class="fs14lh1-5 cf2 ff1"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5 ff1"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5 ff1"> </span></div><div><span class="fs14lh1-5 ff1"> </span></div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div></div>]]></description>
			<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 17:07:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[EGOCENTRISMO E POSSESSIVIDADE NA CRIANÇA]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000A"><div><blockquote><div><span class="fs14lh1-5 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs14lh1-5 cf1 ff1">A possessividade infantil, muitas vezes é compreendida erroneamente como problema por pais e educadores, e não como uma etapa típica do desenvolvimento infantil.</span></div></div><div><span class="fs14lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">A relação de posse da criança está intimamente associada a fase do egocentrismo até por volta dos 6 anos, sendo um comportamento normal. Entretanto, muitas vexes é taxada de egoísta na escola sendo obrigada a dividir seus brinquedos.</span></div></div><div><span class="fs14lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Considerando a questão enquanto problemática, pode ser dito que a literatura em psicologia bem como em psicanálise descreve a criança primeiro como egocêntrica, com sentimentos de autossuficiência .O fato é que a generosidade é compreendida como aspecto da maturidade, não sendo muito típica em criança.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">A criança e sua relação com o objeto é uma relação de posse, justamente porque a criança pouco difere entre o objeto e seu próprio corpo. Os objetos como figuras humanas por sua vez é representação das figuras parentais como demonstrado com o brincar infantil.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Um estudo sobre a possessividade infantil pode contribuir, tanto junto aos pais, quanto para os educadores, no sentido de esclarecer que a possessividade “típica” da criança, não é algo a ser visto como problemática, mas sim, como um aspecto a ser compreendido e inserido no contexto educacional geral.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Por ouro lado, quando a criança sente falta da presença e afeto dos pais, ela tenderá a se apegar mais aos objetos como substitutos parentais.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Entre os 3 a 6 anos &nbsp;a criança está mais voltada para o seu “eu” e, portanto apegada e possessiva aos objetos e aos pais.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">A criança tende a ser naturalmente ciumenta, egoísta e egocêntrica, tendo a característica da possessividade &nbsp;como um traço típico de personalidade infantil, principalmente em determinadas fases da infância. É claro, que estas características de comportamento tendem a ser transitórias, mas caso persistam será preciso avaliar com profissional.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Vários fatores como educação, sentimento de segurança, proteção, incentivo a autonomia e abertura para desapego das figuras parentais, podem levar a mudança na qualidade da posse infantil. A estima e o amor da criança também são elemento que alteram significativamente a qualidade da possessividade infantil, principalmente em crianças maiores, próximo à fase da adolescência, quando elas já se encontram capazes de estabelecer novos vínculos significativos para além das relações parentais e ou familiares.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">À medida que a criança vai se desenvolvendo, ela vai adquirindo autonomia, ou condições de desenvolver algumas atividades básicas por si mesmo, o que naturalmente vai diminuindo sua dependência de terceiros e consequentemente a possessividade. Quanto mais autônoma a criança, menos possessiva será. A relação de superproteção dos pais pode causar dependência nos filhos e aumentar a possessividade de ambas as partes.</span></div></div><div><div> </div></div></blockquote></div></div>]]></description>
			<pubDate>Fri, 14 Sep 2018 17:38:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[SÍNDROME DO IMPERADOR]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000B"><blockquote><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><span class="cf1">O número de casos só aumenta. Em idades cada vez menores: se chama “síndrome do imperador”, e define as crianças e adolescentes que abusam de seus pais sem a menor consciência. A mãe costuma ser a primeira e principal vítima do pequeno tirano, que depois estenderá os maus-tratos a outros membros da família, a não ser que isso seja tratado. Mas quais são as causas desse mal que transforma a vida familiar em um inferno.</span><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Existem diferentes fatores que podem coroar um imperador em casa:</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><em><span class="cf1"><b>Pouca dedicação dos pais</b></span></em><span class="cf1"><b>.</b></span></span></div></div><div><div><span class="cf1"><span class="fs12lh1-5 ff1"> O problema tem sua origem muitas vezes em progenitores ausentes que, para diminuir seu sentimento de culpa pelo tempo que não passam com a criança, lhe concedem todos os caprichos. Com isso transmitem à criança a mensagem de que, apesar de sua solidão afetiva, é o centro do universo e os adultos estão ali para satisfazer todas as suas exigências.</span></span></div></div><div><div><span class="cf1"><span class="fs12lh1-5 ff1"><br></span></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><em><span class="cf1"><b>Falta de limites</b></span></em><span class="cf1"><b>.</b></span></span></div></div><div><div><span class="cf1"><span class="fs12lh1-5 ff1"> Derivada frequentemente da primeira causa, se os pais não dedicam tempo suficiente à criança delegando a terceiros, também não terão tempo para educar seu filho em normas de conduta, de modo que o rei da casa sentirá que tem total impunidade. Nenhuma criança nasce sendo um tirano, mas que existem pais que não agem como adultos educadores, já que fazem todo o tipo de concessões para não ter problemas e no final o que causam é um problema. Damos a eles muitos direitos, mas não lhes confiamos deveres. Perdemos o princípio da autoridade quando queremos ser amigos de nossos filhos.</span></span></div></div><div><div><span class="cf1"><span class="fs12lh1-5 ff1"><br></span></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><b>Ser filho único.</b></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"> Não ter irmãos não leva necessariamente a se transformar em um mini-ditador se os pais são conscientes de sua função educativa, mas pode contribuir para que a criança se sinta um monarca solitário.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Com exceção dos transtornos psiquiátricos, a síndrome do imperador é produto de uma disfunção educativa que pode ser corrigida. O psicólogo Vicente Garrido, autor do livro Os Filhos Tiranos, propõe três caminhos de atuação:</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><span class="cf1"><b>Fomentar o desenvolvimento da inteligência emocional e a consciência</b></span><span class="cf1">.</span></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Para isso, os pais devem ajudar seus filhos a reconhecer suas emoções e as dos demais, incidindo na empatia e convidando-os a praticar ações altruístas para que vejam seu efeito nos demais.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><span class="cf1"><b>Ensiná-las a cultivar habilidades não violentas.</b></span><span class="cf1"> Em uma casa em que os adultos gritam e ameaçam, dificilmente conseguiremos que as crianças se comuniquem de maneira sossegada. Os progenitores devem dar o exemplo e praticar com elas o diálogo respeitoso e a escuta.</span></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Muitas vezes os pais hesitam por medo de que a bronca nos seus filhos seja exagerada. A solução passa por fixar limites.Colocar barreiras claras. Os pais não devem tolerar a violência e a mentira. Essas são linhas vermelhas que a criança deve saber que não pode cruzar, por mais estratégias que use para nos testar.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Os limites conferem segurança às crianças, que sentem-se perdidas se não existem pautas de conduta em casa. A clareza nessas barreiras, o reforço positivo e, principalmente, dedicar-lhes nosso tempo lhes dará a segurança para desenvolverem-se como pessoas autônomas e felizes.</span></div></div></blockquote></div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 17 May 2018 17:42:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[RELAÇÕES ABUSIVAS E TÓXICAS]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000D"><blockquote><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Relação abusiva é aquela onde predomina o excesso de poder sobre o outro. É o “desejo” de controlar o parceiro, de “tê-lo para si” pela possessividade. Esse comportamento, geralmente, inicia de modo sutil e aos poucos ultrapassa os limites causando sofrimento e mal estar.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">É difícil definir quando um relacionamento é abusivo, porém, os principais indicativos de uma pessoa abusiva são: ciúme e possessividade exagerados; controle sob as decisões e ações do parceiro; querer isolar o parceiro até mesmo do convívio com amigos e familiares; ser violento verbalmente e/ou fisicamente; e pressionar ou obrigar o parceiro a ter relações sexuais.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Esse tipo de situação pode ocorrer em relacionamentos tanto heterossexuais como ocorre também entre parceiros do mesmo sexo. Em relação à idade, estudos recentes demonstraram que adolescentes brasileiros afirmaram ter sofrido algum tipo de abuso no namoro, o que inclui um novo público nessa perspectiva.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Muitas pessoas acreditam que quem está em um relacionamento, “está porque quer”. Entretanto, muitas vítimas não conseguem sair dessa situação. Por que isso acontece?</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Sabe-se que no Brasil mulheres jovens são as maiores vítimas de relacionamentos abusivos.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Percebe-se &nbsp;que as pessoas que &nbsp;procuram ajuda psicológica são do público feminino, &nbsp;relatando um extremo cansaço e desgaste na relação, porém, ainda questionam se esse abuso teria sido por culpa delas ou se o parceiro de fato é assim. Questionam também seus papéis sociais, e a visão dos outros: “o que vão achar” e “se acharão que o erro foi delas”. Acreditam inicialmente na mudança desse parceiro.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">As vítimas principalmente da violência física e abuso sexual, quando relatam a possibilidade de denunciar o parceiro, sentem medo diante de um processo que ainda é juridicamente longo. &nbsp;Portanto, a dificuldade em sair de um relacionamento abusivo pode passar por questões econômicas, emocionais e afetivas, legais e burocráticas.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Como uma pessoa pode perceber que está em um relacionamento abusivo? Como ela pode proceder? Como amigos e familiares podem ajudar essa pessoa?</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Essa pessoa deve se atentar aos sinais e excessos em relação ao controle: possessividade, ciúmes, violência, agressividade, e questionar se tais atitudes têm causado desconforto ou mal estar.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">É interessante que em um dos casos, uma pessoa atendida chegou à conclusão de que praticava abusos contra o parceiro. Nesse caso, a pessoa que cometia abusos sentia um grande incômodo diante das suas atitudes e veio pedir ajuda. Um relacionamento abusivo também pode ser percebido do ponto de vista de quem comete os abusos. Não necessariamente de quem sofre ou ambos podem estar cometendo abusos um contra o outro e inicialmente sequer se dão conta.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Ao perceber que está sofrendo um abuso ou que está sendo abusivo é fundamental que esse sujeito busque apoio especializado (psicológico e em determinados casos jurídico).</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">O apoio familiar, dos amigos e conhecidos também é essencial, pois em um momento no qual esse sujeito vem, principalmente, de uma relação desgastada, rompida, é importante criar/fortalecer laços sociais, que o façam sentir seguro, ouvido e acolhido.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">As principais dificuldades que a pessoa enfrenta para sair da relação abusiva costumam ser:</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><b>Emocionais e afetivas:</b></span><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"> insegurança e incerteza diante do que virá, medo de ficar desamparado (a), medo de reações provenientes do parceiro, crença de que o parceiro poderá mudar as atitudes e “ser uma boa pessoa”, medo de ficar sozinho (a), crença de que não conseguirá se restabelecer e seguir em frente.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Questões legais e jurídicas: desgaste relacionado ao tempo e à burocracia, falta de conhecimento por parte das vítimas sobre o que ocorre entre a denúncia e a sentença.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><b>Sociais:</b></span><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"> a relação abusiva pode ter isolado a vítima e a mesma pode estar distante dos seus familiares e amigos.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><b>Econômicas:</b></span><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"> principalmente quando a vítima depende do parceiro.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Embora as dificuldades estejam presentes é essencial que a pessoa busque ajuda psicológica especializada e conte com o apoio, seja de amigos, familiares, colegas ou grupos específicos.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Em geral, tanto &nbsp;pessoas abusadoras quanto &nbsp;vítimas do abuso, tiveram um histórico de abuso infantil, que pode variar desde o abuso sutil psicológico até físico e afetivo na infância, bem como &nbsp;sofreram carência afetiva, ou privação afetiva, onde sentiram-se desconsideradas, desrespeitadas pelos seus pais violentos, &nbsp;em suas necessidade emocionais.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Faz se necessário buscar ajuda profissional para tratar questões de baixa autoestima, vulnerabilidade emocional, insegurança, e desenvolver a autonomia emocional. Pois a tendência é a pessoa que está prejudicada afetivamente escolher relações doentias.</span></div></blockquote> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
			<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 15:49:00 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title><![CDATA[TRANSTORNO NA BUSCA OBSESSIVA PELA BELEZA E JUVENTUDE]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000E"><blockquote><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">"Até certo ponto, a preocupação com a própria imagem é saudável, pois contribui para aumentar a autoestima, ajuda a preservar a saúde e até mesmo facilita a ascensão profissional. Mas a partir de determinado estágio, no entanto, esse comportamento deixa de ser motivo de orgulho e realização pessoal e passa a gerar sentimentos como ansiedade e tristeza – indícios de um distúrbio psíquico, que os especialistas chamam de transtorno da imagem corporal (TIC)" </span></div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Você, provavelmente, conhece alguém exageradamente, obsessivamente preocupada com a beleza. É claro que, até certo ponto, a preocupação com a própria imagem é saudável, pois contribui para aumentar a autoestima, ajuda a preservar a saúde e até mesmo facilita a ascensão profissional, como muitas pesquisas já comprovaram ao associar a boa aparência à conquista de cargos e salários mais altos nas empresas. A partir de determinado estágio, no entanto, esse comportamento deixa de ser motivo de orgulho e realização pessoal e passa a gerar sentimentos como ansiedade e tristeza – indícios de um distúrbio psíquico, que os especialistas chamam de transtorno da imagem corporal (TIC), também conhecido com distúrbio dismórfico corporal (DDC). Pesquisadores de todo o mundo trabalham para definir com mais precisão as causas e os sintomas desse distúrbio com o objetivo de facilitar o diagnóstico e o tratamento. Para explicar o que ocorre com as pessoas afetadas, alguns especialistas costumam recorrer à metáfora da sala de espelhos dos parques de diversões:em que o espelho reflete uma imagem distorcida para aquele que se vê .</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Um dos esforços brasileiros no sentido de conhecer melhor o transtorno vem da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde uma equipe liderada pelo psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, alarmada com a maior incidência de problemas relacionados à dificuldade de alimentação e à obsessão por dietas e exercícios físicos, desenvolveu um questionário sobre o tema .O objetivo é identificar se o paciente atravessou a fronteira entre a preocupação normal com a aparência e o comportamento doentio. As respostas resultam em uma pontuação que revela a existência do distúrbio e define se o estágio é moderado, médio ou grave foi de TIC, um mal que, evoluindo silenciosamente e sem terapia, pode levar a sérios problemas de saúde, como a bulimia e a anorexia.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Chega a ser surpreendente, porém, que alguém alcance os estágios mais graves sem que os parentes, amigos e colegas de trabalho percebam que há algo errado. Os indícios são facilmente perceptíveis. Uma pessoa que vive dizendo que precisa emagrecer mesmo estando muito magra, que só sabe conversar sobre dietas e exercícios, que reluta em comer um mero bombom (e fica com drama de consciência por tê-lo feito), que prioriza as sessões na academia diante de qualquer outro tipo de programa e que faz do culto ao corpo um caminho para a alienação e a futilidade, sem se preocupar com o enriquecimento cultural ou com a realidade política e social ao redor, é possivelmente alguém que precisa de ajuda especializada.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">A preocupação ainda pontual com o transtorno de imagem corporal faz com que não existam estatísticas confiáveis sobre a incidência, mas a impressão geral dos especialistas é que os casos vêm aumentando a cada ano. O maior número de casos parece estar diretamente relacionado à crescente valorização social da beleza e da juventude. Ele lembra que a pressão pela boa aparência, fortemente reforçada pela mídia, contribuiu nas últimas décadas para a banalização dos recursos da medicina, um perigo a mais para quem transforma a beleza em obsessão.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Embora a insatisfação com a própria imagem e a busca obstinada pela beleza seja um fenômeno mundial, o Brasil exerce papel de protagonista. Por ser um país tropical, em que o corpo permanece à mostra o ano todo, os brasileiros (e especialmente as brasileiras) não convivem bem com quilos a mais e pequenas imperfeições físicas que costumam ser encaradas com naturalidade em outros países. Não por acaso, o Brasil tornou-se campeão mundial de cirurgias plásticas – foram 400 mil procedimentos em 2005 –, deixando para trás nações com renda per capita superior. É um indício de que, aqui, a preocupação com a beleza já saiu do rol dos supérfluos (enquanto os livros, por exemplo, continuam sendo algo para comprar apenas quando sobra dinheiro).</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">A supervalorização do corpo frequentemente gera exageros. &nbsp;A obsessão pela beleza pode vir de casa – há muitos casos de mães que planejam a carreira de modelo para as filhas, por exemplo. Os especialistas dizem que os jovens que são cobrados pelos pais no sentido de não engordar têm maior chance de desenvolver algum problema psíquico em relação à aparência física. A fase mais delicada é justamente a da adolescência, porque já está naturalmente associada a dúvidas de todo tipo e a mudanças no corpo. “Mas mesmo as crianças estão sendo contaminadas por esse modelo. Ao imitar o comportamento dos pais, elas acabam se envolvendo com temas que não deveriam fazer parte do universo infantil.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Talvez não haja local mais apropriado para a triagem de pessoas com distúrbios de imagem do que os consultórios de cirurgiões plásticos. Hoje, muitos deles já estão atentos para a necessidade de identificar os casos que precisam de orientação psicológica, mas ainda há os que não querem perder pacientes e topam realizar qualquer cirurgia – basta o paciente querer. &nbsp;ele só opera quando estiver convicto de que poderá melhorar a aparência do paciente. Certa vez, recorda-se, ele foi procurado por uma mulher que queria operar os seios. Há casos de pacientes que foram abusados sexualmente e por essa dolorosa vivência &nbsp;desejam modificar seu corpo, como tentativa de se livrar deste trauma sem que tenham consciência .</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Mesmo com a ascensão do metrossexual, o homem excessivamente preocupado com a aparência (cujo ícone é o jogador inglês de futebol David Beckham), as grandes vítimas da pressão social pela beleza continuam sendo as mulheres. Pela amostra obtida na primeira aplicação do questionário desenvolvido pela Unifesp, uma em cada cinco mulheres sofre de transtorno da imagem corporal, pois são as que sofrem maior pressão da mídia, e acabam entrando em um labirinto do qual ainda não conseguiram escapar: a busca infinita pela perfeição, pela beleza inatingível.</span></div></div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"><br></span></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1">Pesquisa mostra que transtorno de imagem atinge mais as mulheres &nbsp;do que os homens, pois as mulheres estão muito mais sujeitas ao distúrbio do que os homens. Por traz deste distúrbio, existe um intenso sentimento de menos valia, da busca incansável de reconhecimento , de se sentir desejada, admirada e amada. Ou seja, uma fome de amor.</span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 cf2 ff1"> </span></div></div><div><div><span class="fs12lh1-5 ff1"> </span></div></div></blockquote></div>]]></description>
			<pubDate>Wed, 25 Oct 2017 15:57:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[VAMOS FALAR SOBRE LIMITES?]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_00000000F"><blockquote><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Dar limites é ensinar aos filhos eu os direitos são iguais para todos e eu existem outras pessoas no mundo que tem suas necessidades e características diferentes das nossas.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Devemos fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os do outro, e que na vida não temos apenas direitos mas deveres também.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">É necessário mostrar aos filhos que nem tudo que dá prazer é saudável, e que não podemos fazer apenas o que gostamos e o que nos dá prazer. Muitas coisas que queremos não podemos fazer, pois não depende apenas de querer mas de poder.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Preparar a criança para a vida e torna-la um adulto feliz e ajustado á sociedade é ensinar lhe eu na vida existem frustrações inevitáveis as quais nos impulsionam a crescer e nos desenvolver como seres humanos.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Por exemplo: uma criança que não aprendeu a esperar sua vez para ser servida á mesa, poderá considerar um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema na vida adulta.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Desenvolver a capacidade de adiar satisfações (se não conseguiu um emprego hoje, continuará perseverante e determinada a lutar por isso sem desistir ao primeiro desafio) Caso não desenvolva esta habilidade emocional, poderá agir de forma intransigente, agressiva, impulsiva e derrotista. Não conseguindo lidar com a menor contrariedade.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Devemos não apenas ensinar com palavras mas principalmente com atitudes e exemplos. Pois a lição não terá valor se nos contradizemos entre o que pregamos e fazemos.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Dar limites não é gritar, ou dar ordens sem explicar o sentido do limite e regra. Não é punir com algo vital ou privando atender a necessidade emocional ou física. Por exemplo, quando os pais são separados e um deles priva a criança da visita ao pai ou mãe como uma forma de castigo, o qual não é educativo e sim poderá causar sofrimento ou dano psicológico.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Dar limites, também não é desrespeitar o filho nas suas necessidades e invadir sua privacidade, ou provocar traumas emocionais com agressões verbais e físicas.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">O que traumatiza não é dar limites e sim a falta deles ou a aplicabilidade inadequada ; assim como a falta de amor ou excesso dele presenteando o filho demasiadamente como uma maneira errada de compensar ouras faltas dos pais.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">As consequências da falta de limites: descontrole emocional, histeria, ataques de fúria e raiva cada vez que a criança não é atendida imediatamente. Estimulamos o egocentrismo na criança a qual poderá se tornar um adulto prepotente, narcisista e arrogante. Poderá apresentar dificuldades de concentração, excitabilidade, agitação na escola, descontrole emocional, problemas graves de aprendizagem os quais podem ser confundido com hiperatividade e déficit de atenção.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">O mais grave é a criança desenvolver distúrbio de conduta e tornar-se transgressora e delinquente na vida adulta. Então, cuidemos da educação de nossas crianças hoje, para que possam ser adultos saudáveis e felizes no futuro.</span></div></blockquote> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
			<pubDate>Thu, 14 Sep 2017 16:03:00 GMT</pubDate>
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		<item>
			<title><![CDATA[A ESCUTA PSICANALÍTICA]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000010"><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">A Escuta Psicanalítica existe para auxiliar as pessoas a se
conhecerem melhor e conseguirem levar suas vidas de maneira saudável e mais
consciente de suas capacidades e limitações.</span><br></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div>

<div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">A vida contemporânea tem nos trazido problemas de relacionamento
entre marido e mulher, filhos que têm de conviver com separações e novas
famílias, doenças modernas que geram depressões, fobias, mudanças
profissionais, dificuldades em atingir objetivos, etc…</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div>

<div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Fazer uma análise significa entender os motivos que nos levam a
repetir os mesmos erros ao longo das nossas vidas e fazer com que o futuro seja
mais claro e promissor sem sofrimentos desnecessários. O “setting analítico”
nos permite conhecer melhor nossos meandros psíquicos, entender nossos sonhos e
os motivos que nos levam aos atos indesejáveis como a raiva, impulsividade,
bebidas e drogas, somatizações e diversos outros sintomas psíquicos. Tudo isso
nos incomoda, bem como prejudica a evolução de nossa vida, como se estivéssemos
andando em círculos. Mas o que nos leva a repetir esses erros?</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div>

<div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Durante a análise temos a grande oportunidade de, por nós
mesmos, entender e desarticular essas repetições e entendermos melhor as
pessoas que nos cercam e os motivos que as levam a agir dessa ou de outra
maneira.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div>

<div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Passamos por fases na vida em que temos de buscar novo emprego,
enfrentar perdas, separações, dificuldades com filhos, pais e avós que passam
por problemas de saúde, lutos e assim a vida nos exige que façamos tudo isso e
saiamos dessas situações prontos para retomar a vida que não para seu fluxo,
por outro lado, estes conflitos podem sim nos paralisar diante da vida.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div>

<div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Para que isso aconteça temos de estar bem conscientes do que
acontece com o nosso inconsciente (já que muito de nossos atos dependem de
motivações inconscientes) o qual pode nos levar a caminhos pelos quais não
queremos trilhar, só nos faz sofre e desperdiçar vida. Fazer uma análise é um
grande investimento em si mesmo, assim é claro que para tomarmos esta decisão
de queremos nos analisar, é preciso abrir mão de algumas coisas, muitas vezes
fúteis, como coisas materiais, ou seja, arrumar primeiro a estrutura da casa
para depois poder embelezá-la por fora. Por fim, sabemos que só conseguimos ser
bons para os outros quando somos para nós mesmos!</span></div></div></div>]]></description>
			<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 16:12:00 GMT</pubDate>
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			<title><![CDATA[AS FERIDAS EMOCIONAIS]]></title>
			<author><![CDATA[Paula B. Borowsky]]></author>
			<category domain="https://psiquenet.com.br/blog/index.php?category=Psicologia"><![CDATA[Psicologia]]></category>
			<category>imblog</category>
			<description><![CDATA[<div id="imBlogPost_000000011"><blockquote><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">As feridas emocionais se propagam através dos laços familiares, ou seja, se estendem através dos laços familiares de forma quase implacável. São como uma sombra que se camufla nas palavras, no modelo educacional, nos silêncios, nos olhares e nos vazios. Até que alguém maduro e consciente detém o processo para dizer basta e fugir dessa teia de aranha.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Todos nós, em algum momento de nossas vidas, já lançamos uma pedra na superfície de um lago ou um rio. Imediatamente, quando esta cai e afunda, é gerada uma perturbação. As partículas de água variam a sua posição inicial e desenha-se na superfície o que se conhece como frentes de ondas. Cada um tem a sua história, cada um sabe quanto lhe doem as suas feridas, seus vazios, seus cantos quebrados…</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Se o impacto foi muito forte, serão geradas muitas ondas. São como o eco de um grito silenciado, como a própria metáfora de uma ferida emocional, a mesma que impacta sobre o membro de uma família para depois se estampar no restante das gerações com maior ou menor intensidade.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Foi Oscar Wilde quem uma vez disse que poucas esferas eram mais misteriosas e herméticas do que as famílias. Trancados no isolamento dos próprios lares, quase ninguém sabe com plena ciência o que acontece entre essas quatro paredes onde uma ou duas gerações de pessoas compartilham um espaço em comum e os mesmos códigos. As feridas de uns impactam sobre os outros como ondas invisíveis, como fios que movem fantoches e como ondas carregadas de raiva que corroem as rochas das praias. Então, vamos falar de uma coisa complexa, dolorosa, e às vezes dilacerante.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Quando falamos da origem dessas feridas emocionais que são transmitidas ao longo dos laços familiares é comum pensar em fatos como abusos sexuais, violência física ou a perda traumática de um ser querido. De forma semelhante, também não podemos descuidar dos conflitos bélicos e do impacto que, por exemplo, terão todas as crianças refugiadas que a sociedade está descuidando nos limites de nossas fronteiras.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Ter crescido sob uma criação baseada no apego inseguro ou em um contexto baseado na contenção emocional gera, sem dúvida, diversas feridas e inclusive transtornos emocionais.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Fazer parte de uma família onde a ira sempre está presente é outro responsável. São contextos onde abundam os gritos, as censuras entre os seus membros, a toxicidade emocional, o desprezo e a desvalorização constante.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Outro aspecto que pode ocasionar um grande impacto no seio de uma família é o fato da mãe ou o pai viver mergulhado em uma depressão crônica e não tratada. A impotência, os códigos de comunicação e as dinâmicas estabelecidas entre pais e filhos deixam marcas permanentes.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Sabe-se que quando uma criança está rodeada de um entorno de confusão, caos emocional e vulnerabilidade, experimenta níveis exorbitantes de estresse. Imediatamente, seus mecanismos cerebrais, endócrinos e imunológicos reagirão para encontrar um necessário equilíbrio, mas a longo prazo, ficarão saturados até desenvolver sérios efeitos secundários implacáveis: aumento do cortisol no sangue, taquicardia, enxaquecas, dermatite e até asma.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Sabe-se, por exemplo, que a expressão do genoma, isto é, o fenótipo, mudará segundo as experiências estabelecidas com o ambiente (nutrição, hábitos, estresse, depressão, medos…)</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Desta forma, todas estas mudanças epigenéticas irão se refletir também nas novas gerações, a ponto do trauma pontual em uma pessoa afetar até 4 gerações posteriores.</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Por outro lado, perdoar é uma opção, mas nunca uma obrigação. A reconciliação mais importante que teremos que realizar é com nós mesmos. Uma ferida emocional nos transforma em uma coisa que não nos agrada: em alguém que sofre, que se enxerga como frágil, pouco habilidoso, em alguém cheio de ira e rancor e que ainda é prisioneiro de quem o prejudicou. Devemos aprender a nos curar, a reconciliar-nos com nosso ser ferido para fortalecê-lo, cuidá-lo e atendê-lo…</span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1"><br></span></div><div><span class="fs12lh1-5 cf1 ff1">Não podemos esquecer que, apesar de nenhum de nós poder escolher nossos pais ou família em que nascemos, todos temos o pleno direito de ser felizes, de levar uma vida digna e com um adequado equilíbrio psicológico e emocional. Devemos lutar por isso.</span></div></blockquote> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
			<pubDate>Tue, 23 May 2017 16:15:00 GMT</pubDate>
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